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Lacagem de alumínio: etapa de desoxidação

Uma das operações mais importantes no pré-tratamento do alumínio antes da lacagem é, sem dúvida, a desoxidação ácida ou a decapagem. Esta etapa visa, como o próprio nome indica, remover a camada de óxido superficial para tornar o alumínio o mais reativo possível para a etapa posterior de conversão.

O selo de qualidade QUALICOAT define a taxa de ataque mínima em 1g /m2 para atender aos requisitos padrão e em 2g /m2 para atender à categoria SEASIDE CLASSE, ainda mais restrita, na sua classe A (ataque ácido simples). A maioria dos lacadores tende até mesmo a estar acima desses valores, para garantir a qualidade desejada em todos os momentos. Todos esses dados refletem a grande importância da fase de desoxidação prévia à lacagem e, portanto, da escolha do produto utilizado para esta finalidade.

Fotografia de microscópio metalográfico de perfil de alumínio (observe as linhas de extrusão)

Esquerda: ataque de 1,8 g / m2 – Direita: ataque de 4,6 g / m2.

O alumínio é um metal anfotérico, ou seja, é atacado tanto em meio alcalino como em meio ácido. Focando no meio ácido, a reação de ataque é a seguinte:

2 Alo + 6 H+ ® 2 Al3+ + 3 H2

 

Esta reação indica que dois átomos de alumínio reagem com 6 protões para gerar 2 iões de alumínio e hidrogénio. Essa reação, no entanto, em condições normais, é algo lenta, pelo que é necessária uma sub-reação que a acelere, de modo que as taxas de ataque exigidas sejam alcançadas. Esta sub-reação é conseguida graças aos fluoretos, que são capazes de sequestrar o alumínio e acelerar a primeira reação em direção aos produtos:

2 Al3+ + 12 F ® 2 AlF63-

 

De todas estas reações, os dois principais componentes do ácido desoxidado são rapidamente deduzidos: uma fonte de acidez e uma fonte de fluoretos. Uma das fontes de acidez mais utilizadas é o ácido sulfúrico, embora alguns produtos também incorporem ácido fosfórico. Como fonte de acidez, são frequentemente utilizados sais à base de ácido fluorídrico ou bifluoreto. As combinações entre estes compostos são praticamente infinitas e podem ser reguladas de acordo com os requisitos de cada instalação.

 

Assim, em instalações manuais por imersão, onde o tempo de imersão não é essencial ou tende a ser longo, é muito provável que a velocidade de ataque seja secundária face ao consumo do produto ou mesmo ao seu custo.

 

Por outro lado, em instalações verticais, a velocidade de ataque será primordial, enquanto o consumo ou o custo do produto, embora obviamente importantes, serão secundários se as taxas de ataque desejadas não forem atingidas.

 

Estas necessidades específicas de cada instalação fazem com que o catálogo de produtos desoxidantes se adapte a elas. No catálogo de produtos PROQUIMIA dispomos de uma gama de produtos (ALUSAT 20, ALUSAT S-19 e ALUSAT P-41) que cobre toda a gama de velocidades de ataque, consumo e custos com um objetivo em mente: conseguir o ataque desejado com o menor custo possível nas condições disponíveis de cada instalação.

 

AUTOR: Xavier Ferré

 

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